quinta-feira, 21 de março de 2013

A Alternativa IV



Acessibilidades e emprego no topo das prioridades do PS


A Comissão Politica do Partido Socialista de Seia reuniu, esta segunda-feira, num encontro amplamente participado, para analisar a situação política local e recentrar o debate político em torno dos temas estruturantes para o futuro do Concelho.
Acessibilidades e emprego mantêm-se no topo da agenda do PS, por serem duas matérias que não podem ser dissociáveis e que devem exigir, de quem tem responsabilidades ao mais alto nível, um combate permanente.
Os Itinerários Complementares da Serra da Estrela são absolutamente fundamentais para nos tornarmos mais atrativos, para que a economia desta região conheça um novo impulso e se torne mais competitiva, favorecendo a instalação de novas empresas e a criação de postos de trabalho.
O PS reiterou a sua forte oposição ao esvaziamento dos serviços e valências do Estado, alertando para que a comunidade se mobilize, sempre que estejam em causa os interesses do nosso Concelho.
Nos últimos três anos, recorde-se, o Governo desqualificou o Tribunal de Seia, e o Centro de Emprego, encerrou extensões de saúde, suspendeu as obras anunciadas para a Escola Secundária e o Centro de Saúde de Seia e meteu na gaveta as novas acessibilidades.
Esta ofensiva precisa de ser estancada, como o fizemos relativamente ao Hospital de Seia, face a uma previsível alienação para a esfera privada.
Em oposto ao silêncio confrangedor do PSD/Seia, o PS vai continuar a ser essa voz ativa, exclusivamente concentrada nos problemas das pessoas e na defesa dos interesses do Concelho.
Em defesa das freguesias, até ao fim
O plenário manifestou coerência e solidariedade à Câmara e Assembleia Municipal de Seia no âmbito do processo de reorganização das freguesias, tendo o PS reafirmado que assume a defesa do mapa administrativo do concelho, considerando que as freguesias agregadas irão perder a sua identidade, bem como conquistas importantes alcançadas ao longo do tempo, nomeadamente na área social, entre outras.
Aquele órgão do partido elogiou a firmeza até aqui manifestada em todo este processo, porque tal reflete a vontade expressa das populações.
O PS/Seia não deixará de responsabilizar quer o Governo do PSD, que criou a lei que extinguiu as freguesias, quer os deputados do PSD do distrito da Guarda, que aprovaram o novo mapa na Assembleia da Republica e, ainda, o PSD de Seia, que procura fomentar bairrismos doentios, procurando daí retirar dividendos eleitorais, como se não tivesse nada a ver com o assunto.
O PSD, por ser o único autor moral e material da extinção de quinze freguesias do nosso Concelho, tem de ser fortemente penalizado nas próximas eleições autárquicas, porque esta é a única forma das pessoas mostrarem o seu descontentamento.
Independentemente do sentido de voto, Filipe Camelo adiantou que é preciso reconciliar os eleitores com os eleitos e que a sua candidatura estará exclusivamente concentrada em propostas concretas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, falando verdade, sem truques ou ilusionismos e mantendo a política de proximidade até aqui praticada.
Candidatos em todo o Concelho
O processo eleitoral autárquico foi outro dos assuntos abordados. O Presidente da estrutura concelhia senense deu conta de que está em fase adiantada o trabalho de elaboração das listas às freguesias, após o qual será iniciado o processo de elaboração das listas para a Câmara e Assembleia Municipal sobre as quais também já estão a decorrer algumas conversações.
A candidatura autárquica está também a constituir um grupo de trabalho, onde constam diversas personalidades, transversais a vários setores da sociedade civil, no sentido de definir as linhas orientadoras que estarão na base do programa eleitoral com o qual o PS se apresentará aos eleitores, que obrigatoriamente irá refletir o que são os anseios da comunidade.
José Carlos Ribeiro mandatário
A informação já havia sido avançada, recentemente, em reunião do secretariado da concelhia socialista senense, pelo próprio candidato, mas foi agora retificada pela Comissão Politica.
Filipe Camelo congratulou-se com a disponibilidade e colaboração manifestada pelo economista/gestor que desempenha funções diretivas na EDP, considerando José Carlos Ribeiro como uma figura de primeira linha, com grande capacidade e conhecimento, que constitui um valor acrescentado, pela sua motivação, empenho e capacidade de luta.
O candidato socialista refere, ainda, que a escolha do economista, que já desempenhou as funções de Presidente da Assembleia Municipal (2001-2005) pretende acentuar a mensagem de rigor e credibilidade, valores pelos quais o PS se tem vindo a pautar na governação da Câmara Municipal.


A Alternativa III



A Alternativa II



sábado, 26 de janeiro de 2013

Filipe Camelo anuncia recandidatura à Câmara Municipal

Jantar de Reis dos socialistas senenses mobilizou duas centenas e meia de pessoas, entre militantes, simpatizantes, autarcas, dirigentes associativos e sociedade civil.

O Partido Socialista de Seia promoveu, esta sexta-feira, a tradicional Ceia de Reis, um encontro que se realiza anualmente e que constitui não só uma oportunidade para manter e reforçar afetos e rever amigos mas, sobretudo, para partilhar ideias e valores, com a autenticidade que nos carateriza. No fundo, um lugar de aprendizagem, de conhecimento mútuo, de fortalecimento do partido e de criação de laços fortes entre todos.
A iniciativa ficou marcada pelo anúncio expectável do actual líder da estrutura concelhia do PS, Filipe Camelo, à Câmara Municipal de Seia, onde cumpre o primeiro mandato enquanto Presidente.
Expectável, porque Filipe Camelo foi o único militante que manifestou, em tempo oportuno, junto dos órgãos do Partido, essa disponibilidade para continuar a liderar o projeto do PS na Câmara Municipal, que o autarca considera “impossível de implementar num único mandato de quatro anos”, tendo recebido o apoio unânime da Comissão Politica Concelhia.
No uso da palavra, o dirigente socialista começou por apelar ao PS para se unir na ação, nestes tempos que são de enorme dificuldade. “As necessidades da nossa comunidade pedem do PS uma atitude forte e decidida, próxima das pessoas, porque a política não se pode nem deve esgotar nos políticos, mas sim no servir dos altos interesses das populações”, referiu, reiterando que é nesse objetivo que o PS tem de estar concentrado.
Registou, com agrado, o elevado número de pessoas presente na ocasião, que extravasou, em muito, o universo de militantes do Partido, naquilo que considerou tratar-se de um grande sinal de motivação, empenho, determinação e de vitalidade, condições essenciais, tal como na vida, à luta politica.
Mas também “como um voto de confiança e um estímulo, renovador de energia”, prometendo ser incansável no combate aos problemas e encontrar para eles as melhores soluções.
Dizendo que sempre acreditou que ninguém faz nada sozinho, apelou à junção de forças e sentido de união, em defesa dos interesses do Concelho.
Sob esse desígnio, convocaria, seguidamente, todos os presentes e aqueles que se queiram juntar ao projecto do PS, porque são muitos os ativos de que o concelho dispõe, que não podem nem devem ser desperdiçados e que, necessariamente, deverão ser colocados ao serviço do trabalho da equipa do PS, para que a qualidade de vida e bem-estar dos munícipes do Concelho de Seia seja cada vez mais consolidada.
O PS continuará a ser, por isso um espaço de e para todos, um lugar inclusivo e integrador, que reconhece as diferenças e com elas aprende.
Câmara Municipal com obra feita
Reconhecendo que existem ainda muito problemas por resolver, o também Presidente da Câmara aproveitou a oportunidade para evidenciar o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no Município, do qual faz um balanço muito positivo, atendendo a uma conjuntura actual desfavorável sem precedentes.
Assegurou que o Município tem agido rápido, mas com equilíbrio, perante os problemas.
Começou por evidenciar a consolidação e convergência financeira da autarquia, que consumiram grande parte das energias, nos últimos três anos. Desde logo, porque havia a necessidade de transferir a dívida dos fornecedores para a banca, aliviando a carga sobre as nossas empresas e libertando dinheiro para a economia local.
Simultaneamente, frisou a captação de recursos para ações e investimentos e o estabelecimento de parcerias importantes, cujos resultados começam a ser visíveis, através do surgimento de novas iniciativas associadas ao setor do turismo, que favorecem a criação de novos postos de trabalho, novas marcas e produtos e um novo posicionamento de Seia no âmbito da promoção turística.
Prometeu, nesse âmbito, continuar a capitalizar o que de melhor existe no tecido empresarial do Concelho, dando-lhe condições para que se torne mais competitivo, assente numa economia mais moderna, inovadora e sustentável.
Destacou, igualmente os recursos ambientais, enquanto ativos importantes da estratégia de desenvolvimento em curso, através da ampliação da cobertura das redes de abastecimento de água e saneamento básico, com a entrada em funcionamento de dezenas de estações de tratamento e infra-estruturas
Frisou, entre outras áreas de actuação, o sector da educação, através do apoio permanente a um ensino integral que cria condições para as nossas crianças competirem como futuros profissionais de igual para igual, desde o jardim-de-infância até ao ensino superior.
Mas também o reforço dos apoios sociais, tendo em vista combater as desigualdades que a crise global acentuou.
O dirigente socialista tem noção não só das vitórias alcançadas, mas também das batalhas perdidas, fruto de decisões erradas do governo central, mas assegura não se dar por vencido.
Para que o Concelho tenha êxito, Filipe Camelo espera continuar a contar com uma frente ampla e coesa, assente no partido e na comunidade.
Refere que o ano que agora se inicia é altamente desafiador: “as contas públicas estão apertadas, com particular incidência nas finanças municipais, e não há margem de manobra, nem tempo para experiências”, mencionando que só o PS, com a sua capacidade e conhecimento, continua a ter condições de governar o Concelho.
No entendimento do autarca, os tempos difíceis que a generalidade dos portugueses vivem, exigem de quem tem responsabilidades ousadia e inovação, bem como novos modelos e o recurso à criatividade, enquanto suporte para ultrapassar fronteiras e obstáculos, porque práticas tradicionais não são mais capazes de resolver os novos desafios.
PSD/CDS-PP devem ser sancionados nas próximas eleições autárquicas
Relativamente às eleições autárquicas, assegurou que o partido tem a obrigação de concorrer para ganhar em qualquer sítio, “porque somos, de facto, a única alternativa perante a subserviência partidária, os interesses, as ambições ou vaidades que se chocam no PSD”, disse.
Recordou mesmo que “ninguém ouve e vê estes senhores em lado nenhum, com exceção para as visitas ministeriais, onde gostam, pomposamente, de constar da fotografia, como de verdadeiros emplastros se tratassem”.
Mas o mais grave, recorda o dirigente socialista, “ é que essas pessoas, que ambicionam conquistar a Câmara, são as mesmas que assistiram mudas e caladas ao encerramento das extensões de saúde, à extinção das nossas freguesias, ao esvaziamento do tribunal e, até sobre a ameaça de alienação do nosso Hospital, não se lhes conheceu uma única palavra”, enfatizou, aludindo ainda à suspensão das obras na Escola Secundária e no Centro de Saúde de Seia, bem como à perda de autonomia do Centro de Emprego de Seia.
“Romperam o silêncio a 10 meses das eleições para anunciar, imagine-se, a criação de um Conselho Consultivo, mas a verdade é que não usaram junto do Governo a sua suposta capacidade de influência, para ajudar a resolver um único problema que fosse”, acrescentou.
Filipe Camelo atribui essa postura “à inabilidade ou, quem sabe até, à existência de uma estratégia de obstaculizar a ação da Câmara Municipal, com objetivos estritamente eleitorais, ignorando que quem perde é o Concelho, apesar de se ler nos jornais que os vereadores da coligação PSD/PP apelam, (não se sabe a quem, nem para onde), para que sejam resolvidos alguns problemas.
O líder da concelhia socialista deu o exemplo da reorganização das freguesias, uma matéria sobre a qual diz se desconhecer a posição, em definitivo, do PSD/Seia. “Será a do PSD da Assembleia Municipal, a do PSD da Câmara ou da Comissão Política Concelhia.?, ninguém sabe…”, sustentou.
Perante esta “pálida imagem do que nos esperaria porventura se o PSD ganhasse as próximas eleições”, Filipe Camelo incentiva o Concelho a penalizar e sancionar o partido “laranja” nas próximas eleições autárquicas.
Disse, ainda, acreditar na renovação do apoio dos senenses. Apesar das restrições orçamentais em época de crise terem impedido a realização de mais obras, espera continuar a trilhar o caminho, iniciado há três anos, mantendo grande optimismo relativamente ao futuro.
É que, frisou, para além da consolidação das contas da autarquia, existe uma carteira de projectos que o Município tem vindo a ultimar, que o colocam em condições de fazer ainda mais no próximo mandato, com as oportunidades que surgirão no âmbito do próximo quadro comunitário de apoio.
Promete, nessa medida, que o concelho estará na linha da frente.
Sobre a batalha eleitoral que se avizinha elege o combate à abstenção como uma das prioridades, sem ilusionismos e promessas fáceis, rematando que os grandes adversários do PS não são o PSD, o CDS ou o PCP, como a todos querem fazer crer.
“Os nossos grandes adversários são os problemas das pessoas”, concluiu

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Extinção da autonomia do Centro de Emprego de Seia é o princípio do fim

O Centro de Emprego e Formação Profissional de Seia vai deixar de existir como unidade orgânica, na sequência dos novos estatutos do IEFP, hoje publicados em Diário da República, passando a nova estrutura directiva do instituto público a assentar na capital do distrito da Guarda.
Trata-se de mais uma decisão altamente penalizadora para o Concelho de Seia, de um Governo apostado em desinvestir permanentemente no interior do País, sem ouvir as populações, as autarquias e os demais atores locais.
Mais uma vez, este Governo não olha a meios para atingir os seus fins, tratando o País todo de forma igual, quando este é composto por realidades distintas. Ignora, no caso de Seia, tratar-se de uma estrutura de créditos firmados nos últimos 20 anos, numa região com características e necessidades muito diversificadas, onde o Centro de Emprego tem vindo a assegurar um importante papel não só na determinação das necessidades de formação e na satisfação das solicitações do mercado de emprego, como também na dinamização do desenvolvimento desta região em que se insere.
Mas, também ignora que a importância desta estrutura é de tal ordem que existe um protocolo assinado em 2009, em Seia, entre a Câmara Municipal e o IEFP, chancelado pelo então Ministro do Trabalho e da Solidariedade, José Vieira da Silva, no qual a autarquia cede, a título gratuito, os terrenos para as novas instalações do Centro de Emprego e Formação Profissional de Seia.
Ao IEFP competia, ao abrigo do documento, suportar os encargos financeiros exigidos para a reinstalação do Centro de Emprego e Formação Profissional, designadamente a elaboração do projeto, a construção do edifício e os equipamentos.
Nesta medida, estamos crentes que esta aparente ignorância não passa de uma estratégia concertada, que pretende conduzir ao esvaziamento e consequente encerramento do Centro de Emprego e Formação Profissional de Seia.
Este Governo, que enche a boca com a honra dos compromissos assumidos pelos seus antecessores, no âmbito da Troika, continua a rasgar todos os compromissos assumidos com Seia: a requalificação da Escola Secundária, os IC´s (6,7 e 37) e o Centro de Saúde de Seia, cuja intervenção já se encontrava orçada, obra entregue, inclusive, a uma empresa de Trancoso são outros exemplos disso.
A somar à ameaça de alienação do nosso hospital e aos encerramentos das extensões de saúde já ocorridos e das juntas de freguesia, a anunciar.
 O PS/Seia lamenta que as estruturas locais dos partidos que suportam o Governo (PSD/PPD-CDS/PP) continuem num silêncio de claro comprometimento com estas políticas, preferindo a obediência partidária à defesa dos interesses do Concelho.
Independentemente de quem esteja no Governo, o PS/Seia continuará a defender, de forma intransigente, os interesses da nossa terra.

Seia, 12 de Outubro de 2012

A Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista de Seia

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Fórum debate futuro do concelho e fomenta participação cívica


Vai iniciar-se, a 05 de Maio, um ciclo de conferências e debates no âmbito do Fórum "Pensar Seia - Que Concelho para o Séc. XXI", um espaço de inovação, aberto a todos os cidadãos que queiram participar na discussão dos problemas de Concelho e na procura das melhores soluções para lhes fazer face.
O Fórum de análise e debate, promovido pelo PS / Seia, destina-se,a preparar o Programa com que o Partido Socialista se vai apresentar as próximas eleições autárquicas, dedicando os próximos meses à promoção de debates em todas as freguesias, procurando que ninguém fique de fora da discussão dos problemas que afectam o concelho.
O objetico é fomentar, desta forma, a participação cívica na definição das novas linhas de desenvolvimento preconizadas para o concelho, para a construção de um futuro melhor e no qual depositamos grande confiança, mercê do caminho que temos vindo a percorrer.
Os munícipes que queiram fornecer informações e enviar propostas podem faze-lo junto do email ps.seia@gmail.com, no blog seiasocialista ou na página do PS/Seia no facebook

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Incapacidade política e falta de influência do PSD local afasta Seia da Administração da ULS-Guarda

A Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) anunciou, em nota de imprensa, a nomeação de Ana Manso, antiga administradora hospitalar e deputada do PSD, para presidir ao Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda.
Conhecida a equipa que constitui aquele órgão, e sem querer colocar em causa a competência da personalidade sobre a qual recaiu a escolha, o Partido Socialista de Seia vem repudiar fortemente o afastamento de Seia da Administração da ULS/Guarda, onde vinha mantendo um lugar (vogal), nos termos dos compromissos assumidos por ocasião da constituição daquela Entidade Pública Empresarial.
A inclusão do Hospital de Nossa Senhora da Assunção, em Seia, foi decisiva para a criação e consolidação da Unidade Local de Saúde da Guarda, num processo em que a Administração Regional de Saúde do Centro sempre garantiu que o Hospital de Seia veria reforçadas as suas competências, especialidades, esfera de influência e representatividade.
Não foi isso que aconteceu, como atestou o vazio de liderança no Hospital de Seia, que se instalou após a integração do Hospital na ULS, em que o Conselho de Administração, durante tempo em demasia, esteve mais ausente do que presente.
O afastamento de Seia da administração da ULS demonstram desconsideração e falta de respeito e são um rude golpe na propalada unidade distrital, tantas vezes apregoada.
Mas permite aferir da incapacidade política e da falta de influência do PSD/Seia, um partido que não fala, que não exige e que prefere a obediência partidária à defesa dos interesses do nosso Concelho.
O Partido Socialista de Seia, enquanto poder na Câmara Municipal, tem sido o único referencial de estabilidade, mas também de garantia na defesa dos interesses da nossa terra,
independentemente de quem está no governo central.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Comunicado sobre o encerramento de Extensões de Saúde no Concelho de Seia

Os comunicados emitidos pelos Senhores Vereadores da Coligação PSD/CDS/PP e Comissão Política do PSD/Seia, sobre o anunciado encerramento de extensões de saúde no Concelho de Seia, demonstram pura demagogia política, deixando de fora o que realmente interessa neste processo: as PESSOAS.
Não há, por parte do PSD, uma única palavra para com as populações afectadas nem conhecimento de qualquer diligência efectuada, detendo-se exclusivamente a explicar, imagine-se, que esta decisão nada tem a ver com o novo Governo.
Ao invés de agir, a sua única preocupação foi agradar ao partido, limpar eventuais danos, numa atitude que demonstra grande falta de responsabilidade e total desconhecimento dos factos, revelando uma enorme subserviência partidária, quando o que se pede ao PSD/Seia é que use da sua capacidade de influência junto do Governo.
O PS e o Presidente da Câmara demonstraram que não vergam em termos de quem é poder, independentemente de esse poder ser afecto ao próprio PS.
Foi assim, e até mereceu aplausos do PSD quando, na inauguração da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Seia, pela então Ministra da Saúde, Drª. Ana Jorge, o Presidente da Câmara, com coragem e determinação, denunciou o que está menos bem no campo da saúde no nosso concelho, mormente no que releva ao problema das extensões, como também no Centro de Saúde de Seia e no Hospital.
O PSD continua a vibrar de satisfação com os insucessos do Concelho, ao invés de lutar e defender os interesses dos senenses. Nesta matéria o PSD insulta a inteligência dos senenses, que sabem bem que o Município não tem quaisquer competências nesta matéria.
Mas a verdade é que foi o PS e a maioria que governa a Câmara Municipal, na pessoa do seu Presidente, que agiu, quando confrontado com o problema e, na sequência da proposta apresentada unilateralmente pela ULS-Guarda, convocou para uma reunião todas as Juntas de Freguesia, onde compareceu também a Administração da ULS da Guarda.
Deste encontro resultou a elaboração de um documento conjunto, contestando esta medida e enviado ao Senhor Ministro da Saúde, a quem foi solicitada uma audiência, com carácter de urgência, tendo o assunto sido igualmente colocado na ordem do dia, junto de todos os Deputados eleitos pelo Distrito da Guarda, e remetido protesto supra mencionado para a Senhora Presidente da Assembleia da Republica, ao abrigo do direito de petição, no sentido do assunto ser analisado em sede da Comissão competente (Saúde).
É altura do PSD/Seia mostrar o que vale e quanto vale a sua capacidade de influência.
E há que perguntar: O que vem aí? São as Unidades de Saúde Familiar/Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados, que estão no actual Programa de Governo?
Se assim for, qual será a posição dos Senhores Vereadores da Coligação PSD/CDS e da Comissão Política Concelhia do PSD de Seia?

Seia, 16 de Julho de 2010

Comissão Politica Concelhia de Seia

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Discurso de Carlos Filipe Camelo

Carlos Filipe Camelo, o Presidente da Concelhia de Seia do Partido Socialista e actual Presidente da Câmara Municipal de Seia não tem dúvidas. Só o PS se encontra preparado para fazer face aos tempos dificeis que sopram da crise global.
Elogiou a Governação do PS nos últimos seis anos, período histórico em matéria de investimento público realizado no Concelho, após três anos de Governação do PSD que havia votado Seia ao esquecimento.
Seia tem razões para votar no PS, disse, citando algumas das marcas com a marca socialista, realizadas em Seia nos últimos anos, de que são exemplo o Novo Hospital, a requalificação da Estrada da Serra, a Estrada Portela-Lagoa Comprida, a Variante de Seia, a Barragem de Girabolhos, inserida no Plano Nacional de Barragens, dois novos Centros Escolares (Seia e São Romão) ou investimento recente anunciado para a requalificação da Escola Secundária de Seia, estimado em 13 milhões de euros. 
O PS está, desde sempre, ligado aos grandes investimentos em Seia. Ainda recentemente apoiou a Misericórdia de Seia na criação da Unidade de Cuidados Continuados, para além de outras realizações, como o Tribunal de Seia, o quartel da GNR ou a criação do Destacamento da GNR em 2009, ainda por efectivar.
Contra factos não há argumentos.

José Sócrates em Seia

José Sócrates esteve esta manhã, em Seia, para um Encontro com os cidadãos deste concelho fazendo-se acompanha de Paulo Campos, candidato a deputado pelo Distrito da Guarda e do Presidente da Câmara de Seia. Durante o Encontro o secretário-geral teve oportunidade de falar para a população, revendo algumas das medidas do Governo Socialista para o concelho nomeadamente no que diz respeito à Educação e à Saúde e fazendo apelo ao voto.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Seia reduz impactos dos incêndios

Foi lançado o concurso público internacional para a execução da empreitada para a estabilização de emergência e ordenamento e recuperação de povoamentos afectados pelos incêndios em três florestas públicas na região Centro.
Estas empreitadas visam a intervenção em perímetros florestais, co-geridos pela Autoridade Florestal Nacional, afectados por grandes incêndios florestais em 2010 em Seia, São Pedro do Sul e Castro Daire.
Com um orçamento global de 777 mil euros, ao abrigo do Proder, estas empreitadas têm como finalidade assegurar a minimização da erosão das encostas e a recuperação da operacionalidade da rede viária florestal.
O Proder, na sequência dos grandes incêndios florestais ocorridos em 2010, abriu um concurso específico para apoio financeiro a intervenções de estabilização de emergência pós-incêndio. Foram aprovados 28 projectos de investimento, com a atribuição de cerca de 2,5 milhões de euros de apoios públicos, que alavancam um investimento total de 4,6 milhões de euros.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Seia promove eficiência energética

O Município de Seia viu aprovados cinco projectos piloto de eficiência energética na região Centro, com uma comparticipação total superior a cinco milhões de euros, anunciou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC). De Seia foi aprovado o “Plano de Promoção de Eficiência Energética” do Município, que vai receber 374.569,61 euros. O projecto pretende valorizar os benefícios decorrentes da implementação de soluções de utilização racional de energia no edifício dos Paços do Concelho e áreas públicas adjacentes, noticia o Jornal Porta da Estrela.

Inaugurado hoje o Museu Natural da Electricidade

Abriu hoje ao público o Museu Natural da Electricidade.
Com este novo equipamento cultural o Município pretende dar a conhecer o passado, o presente e o futuro da produção de electricidade no Sistema Hidroeléctrico da Serra da Estrela, divulgando o património tecnológico, natural, social e cultural que lhe está associado.
Este Museu nasce a partir deste espaço onde hoje nos reunimos: a centenária Central da Senhora do Desterro, o primeiro aproveitamento hídrico, dos quatro existentes sobre o rio Alva, a ser instalado pela Empresa Hidroeléctrica da Serra da Estrela, hoje EDP, que permitiu que a 23 de Dezembro de 1909 a energia eléctrica chega-se a Seia pela primeira vez, um marco no desenvolvimento da região.
Estes acontecimentos foram de grande relevo para o concelho e marcaram o início de uma era de parcerias que o Município de Seia viria a estabelecer com a EDP, de que constituem exemplo o Contact Center de Seia, a cedência da Mata e Central Hidroeléctrica da Senhora do Desterro, agora Museu Natural da Electricidade.
Durante esta semana, em que a Europa constrói a Energia do Futuro, Seia reforça a sua vocação de Concelho referência em matéria ambiental, através do lançamento de acções promotoras da Energia Sustentável, impulsionando novas formas de mobilidade ou outras iniciativas sobre eficiência energética, desenvolvidas em parceria com a ADENE – Agência para a Energia, entidade qual a qual rubricará um protocolo nesta área.
Releva-se a era de parcerias que o Município de Seia tem vindo a estabelecer com a EDP. Desde a atitude verdadeiramente pioneira de instalar aqui o seu Contact Center, que emprega actualmente 300 pessoas, à cedência ao Município de 136 hectares que constituem o belo cenário que é a Mata do Desterro, local onde a Câmara pretende criar um parque geoecológico: a casa do clima e um parque de recreio e lazer, em complemento ao trabalho desenvolvido pelo CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela.

Este novo espaço museológico tem condições para ser mais uma uma referência da região da Serra da Estrela e do concelho de Seia, em particular, à semelhança do impacto pedagógico, cultural e social que têm desenvolvido os restantes museus existentes em Seia: O Museu Nacional do Pão (Privado) e Museu do Brinquedo.
É preciso valorizar o que temos, apostando numa vertente cultural como afirmação do nosso desenvolvimento.
A Serra da Estrela tem uma potencialidade enorme para ser “vendida” durante os 12 meses do ano. Ou seja, aquilo que era a forma como a Serra da Estrela era “vendida” até aqui, num Turismo de Inverno com a questão da neve, é algo que não pode continuar acontecer, por diversas razões! Porque aquela questão que tornava de uma forma fácil a “venda” da Serra da Estrela por este motivo, hoje é muito mais difícil de acontecer. Em primeiro lugar, por causa da questão das alterações das condições climatéricas, que deixa territórios como o nosso muitas vezes dependentes sob o ponto de vista turístico de um produto que muitas das vezes deixa de acontecer naquele espaço temporal a que estávamos habituados. Por outro lado, a questão dos “low-costs” fez com que as pessoas sejam colocadas hoje em destinos muito próximos de nós e por valores muito concorrenciais com aquele que praticamos.
Este Museu insere-se num conjunto de infra-estruturas e equipamentos que têm uma atractividade muito própria. Nós temos a “jóia da coroa”, temos o Centro de Interpretação da Serra da Estrela, que tem uma enormidade de actividades, que conjugadas com aquilo que é o laboratório natural da Serra, podem fazer aqui coisas muito engraçadas, quer em termos do turista que é indiferenciado, que pode ser um defensor ou praticante do turismo de natureza, ou mesmo aquele que é um apologista das novas modalidades como é a questão do turismo científico. Depois temos uma rede de museus, que começa a ser construída, como já referi anteriormente. Tudo isto pode proporcionar a possibilidade junto daqueles que nos visitam de criar um conjunto de roteiros diferenciados, que lhes permite estar numa mesma zona durante um espaço temporal sem que se tornem repetitivos.