O Município de Seia viu aprovados cinco projectos piloto de eficiência energética na região Centro, com uma comparticipação total superior a cinco milhões de euros, anunciou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC). De Seia foi aprovado o “Plano de Promoção de Eficiência Energética” do Município, que vai receber 374.569,61 euros. O projecto pretende valorizar os benefícios decorrentes da implementação de soluções de utilização racional de energia no edifício dos Paços do Concelho e áreas públicas adjacentes, noticia o Jornal Porta da Estrela.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Inaugurado hoje o Museu Natural da Electricidade
Abriu hoje ao público o Museu Natural da Electricidade.
Com este novo equipamento cultural o Município pretende dar a conhecer o passado, o presente e o futuro da produção de electricidade no Sistema Hidroeléctrico da Serra da Estrela, divulgando o património tecnológico, natural, social e cultural que lhe está associado.
Este Museu nasce a partir deste espaço onde hoje nos reunimos: a centenária Central da Senhora do Desterro, o primeiro aproveitamento hídrico, dos quatro existentes sobre o rio Alva, a ser instalado pela Empresa Hidroeléctrica da Serra da Estrela, hoje EDP, que permitiu que a 23 de Dezembro de 1909 a energia eléctrica chega-se a Seia pela primeira vez, um marco no desenvolvimento da região.
Estes acontecimentos foram de grande relevo para o concelho e marcaram o início de uma era de parcerias que o Município de Seia viria a estabelecer com a EDP, de que constituem exemplo o Contact Center de Seia, a cedência da Mata e Central Hidroeléctrica da Senhora do Desterro, agora Museu Natural da Electricidade.
Durante esta semana, em que a Europa constrói a Energia do Futuro, Seia reforça a sua vocação de Concelho referência em matéria ambiental, através do lançamento de acções promotoras da Energia Sustentável, impulsionando novas formas de mobilidade ou outras iniciativas sobre eficiência energética, desenvolvidas em parceria com a ADENE – Agência para a Energia, entidade qual a qual rubricará um protocolo nesta área.
Releva-se a era de parcerias que o Município de Seia tem vindo a estabelecer com a EDP. Desde a atitude verdadeiramente pioneira de instalar aqui o seu Contact Center, que emprega actualmente 300 pessoas, à cedência ao Município de 136 hectares que constituem o belo cenário que é a Mata do Desterro, local onde a Câmara pretende criar um parque geoecológico: a casa do clima e um parque de recreio e lazer, em complemento ao trabalho desenvolvido pelo CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela.
Este novo espaço museológico tem condições para ser mais uma uma referência da região da Serra da Estrela e do concelho de Seia, em particular, à semelhança do impacto pedagógico, cultural e social que têm desenvolvido os restantes museus existentes em Seia: O Museu Nacional do Pão (Privado) e Museu do Brinquedo.
É preciso valorizar o que temos, apostando numa vertente cultural como afirmação do nosso desenvolvimento.
A Serra da Estrela tem uma potencialidade enorme para ser “vendida” durante os 12 meses do ano. Ou seja, aquilo que era a forma como a Serra da Estrela era “vendida” até aqui, num Turismo de Inverno com a questão da neve, é algo que não pode continuar acontecer, por diversas razões! Porque aquela questão que tornava de uma forma fácil a “venda” da Serra da Estrela por este motivo, hoje é muito mais difícil de acontecer. Em primeiro lugar, por causa da questão das alterações das condições climatéricas, que deixa territórios como o nosso muitas vezes dependentes sob o ponto de vista turístico de um produto que muitas das vezes deixa de acontecer naquele espaço temporal a que estávamos habituados. Por outro lado, a questão dos “low-costs” fez com que as pessoas sejam colocadas hoje em destinos muito próximos de nós e por valores muito concorrenciais com aquele que praticamos.
Este Museu insere-se num conjunto de infra-estruturas e equipamentos que têm uma atractividade muito própria. Nós temos a “jóia da coroa”, temos o Centro de Interpretação da Serra da Estrela, que tem uma enormidade de actividades, que conjugadas com aquilo que é o laboratório natural da Serra, podem fazer aqui coisas muito engraçadas, quer em termos do turista que é indiferenciado, que pode ser um defensor ou praticante do turismo de natureza, ou mesmo aquele que é um apologista das novas modalidades como é a questão do turismo científico. Depois temos uma rede de museus, que começa a ser construída, como já referi anteriormente. Tudo isto pode proporcionar a possibilidade junto daqueles que nos visitam de criar um conjunto de roteiros diferenciados, que lhes permite estar numa mesma zona durante um espaço temporal sem que se tornem repetitivos.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Obras na Escola Secundária em 2012
Para aqueles que ainda tinham ainda algumas dúvidas sobre a capacidade reivindicativa da Câmara Municipal, o anúncio recente da requalificação da Escola Secundária é esclarecedora de que a acção, muitas vezes discreta, desenvolvida pelo executivo,tem tido resultados muito positivos.
A acção do Presidente da Câmara foi uma vez mais decisiva. A sua persistência e determinação, desenvolvida junto do Governo, pouco tempo após ter tomado posse,levou a que a Parque Escolar integrasse a Escola Secundária na quarta fase deste pacote de investimentos.
As obras são de caracter estrutural, mas também incluem equipamento. Estima-se que os trabalhos possam arrancar no inicio de 2012, após a conclusão do projecto que se irá desenrolar até ao final deste ano.
A intervenção encontra-se estimada entre 12 e 15 milhões de euros.
Feira do Queijo à escala regional, em Seia
Carlos Filipe Camelo, o Presidente da Câmara, anunciou que o certame vai decorrer no dia 05 de Março. Confira aqui as declarações
Feira do Queijo a 05 de Março by MUNSEI
Feira do Queijo a 05 de Março by MUNSEI
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Reequilíbrio financeiro do Município com despacho favorável
O Presidente do Município de Seia informou ontem o executivo que o Plano de Reequilibrio Financeiro, no valor de 45 milhões de euros, já obteve despacho favorável da tutela.
Oiça as declarações do autarca, disponibilizadas pelo Facebook da Câmara Municipal.
Aprovado reequilíbrio financeiro by MUNSEI
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Seia melhora mobilidade e promove acessibilidade
A Câmara Municipal de Seia apresentou sexta-feira, 28 de Janeiro, o Plano de Soluções Integradas de Acessibilidades para a Cidade, numa sessão realizada na Casa da Cultura e que contou com a presença da secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Salvador Serrão.
Designado por “Seia Acessível a Todos”, o Plano de Soluções Integradas de Acessibilidades para Todos, implementado ao abrigo do Programa Rampa, significa para a autarquia dar o primeiro passo naquela que será a elaboração de um plano que vai ao encontro das necessidades dos habitantes senenses e que contribuirá para a melhoria da qualidade de vida, no que toca à mobilidade em espaço urbano.
O Município revela que o Plano Municipal de Promoção da Acessibilidade “não se limitará à simples eliminação de barreiras arquitectónicas para pessoas com mobilidade condicionada, preparando a Cidade para se tornar acessível para todas as pessoas, tendo em conta a diversidade humana e suas distintas necessidades”. Passa pela identificação das fragilidades sociais e físicas do território do ponto de vista da acessibilidade, nomeadamente junto dos edifícios públicos, cuja intervenção integra um estudo pormenorizado de melhorias.
Designado por “Seia Acessível a Todos”, o Plano de Soluções Integradas de Acessibilidades para Todos, implementado ao abrigo do Programa Rampa, significa para a autarquia dar o primeiro passo naquela que será a elaboração de um plano que vai ao encontro das necessidades dos habitantes senenses e que contribuirá para a melhoria da qualidade de vida, no que toca à mobilidade em espaço urbano.
O Município revela que o Plano Municipal de Promoção da Acessibilidade “não se limitará à simples eliminação de barreiras arquitectónicas para pessoas com mobilidade condicionada, preparando a Cidade para se tornar acessível para todas as pessoas, tendo em conta a diversidade humana e suas distintas necessidades”. Passa pela identificação das fragilidades sociais e físicas do território do ponto de vista da acessibilidade, nomeadamente junto dos edifícios públicos, cuja intervenção integra um estudo pormenorizado de melhorias.
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